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quinta-feira, 6 de outubro de 2005

Aula de ladroagem

por Inácio França Antes de começar meus comentários sobre a absurda arbitragem do Luiz Antônio Silva Santos, no jogo contra o Grêmio, recomendo que vocês gastem alguns instantes para ler o trecho de uma matéria publicada na página de esportes do UOL e, em seguida, acompanhem meu raciocínio: "Lógico que os lances capitais são importantes, mas os lances não capitais é que vão, praticamente, dirigir nosso trabalho. Vamos analisar o comportamento do Edílson ao se relacionar com as duas equipes, para achar diferenças que provem que ele queria deixar os jogadores de um time nervoso, por exemplo", disse Edson Rezende. O ex-árbitro entende como lances não-capitais inversões de faltas, utilização de critérios diferentes para lances semelhantes, pressionar e exibir excesso de autoridade com atletas de uma determinada equipe, entre outros.Rezende afirmou que a "vivência" dos três componentes dessa comissão vai ajudar no que ele entende ser a maior dificuldade no trabalho: diferenciar um erro normal do árbitro de um lance marcado com má fé. "Quem viveu ali dentro [apitou jogos] sabe quando o árbitro é induzido a um erro involuntário, por circunstância da partida. Vamos analisar se ele comete erros seguidos e repetitivos contra um mesmo time. Isso será a prova de que não é um erro involuntário", disse ele. Acompanhando pela TV o jogo contra os gaúchos, lembrei dessa notícia veiculada há mais ou menos uma semana. Concluí que um dos efeitos secundários do escândalo da Máfia do Apito foi a revelação pública de uma prática comum no futebol e que parece fazer parte da cartilha não-oficial da arbitragem. Nós, leigos e ingênuos, nos iludimos acreditando que a roubalheira no futebol acontece quando há um gol mal anulado, um pênalti escandaloso ignorado ou uma expulsão qualquer. Pelo que Edson Rezende ensina, o juiz só apela para isso quando não tem jeito, quando é preciso puxar o revólver e anunciar o assalto. Antes de tomar medidas drásticas, o ladrão está lá no campo, botando a mão na carteira do time, sem ninguém perceber. A julgar pelo que diz o entrevistado, os árbitros roubam um time e fabricam um resultado com a maior naturalidade do mundo, como se bebe água na hora da sede. Era isso que Edílson Pereira de Carvalho fazia. Foi isso que Luiz Antônio Silva Santos fez no Arruda. Inverteu faltas, mostrou o amarelo para Carlinhos Paulista num lance insignificante, ignorou a violência dos gaúchos (Valença quase fica aleijado num lance lá no meio-de-campo e ficou por isso mesmo) e, para estressar ainda mais nosso elenco, foi lá na linha-de-fundo reclamar dos reservas que se aqueciam atrás do gol de Cléber. Provocação pura. Mas o elemento é um profissional da ladroagem. Recorri ao site Google e fiz uma busca com o nome dele. Luiz Antônio é conhecido no país todo como juiz ladrão: No site Atlético-MG encontrei esse texto: O departamento jurídico do Atlético enviou hoje uma nota oficial de protesto pela escalação do árbitro Luiz Antônio Silva Santos, da Federação de Futebol do Rio de Janeiro, para apitar a partida Santos x Atlético, sábado, na Vila Belmiro. Ele foi escalado após um sorteio na tarde de quinta-feira, na sede da CBF, no Rio de Janeiro. O documento foi encaminhado à Comissão de Arbitragem da CBF, presidida por Armando Marques. Luiz Antônio Silva Santos está em litígio com o Atlético, que apresentou contra ele um pedido de abertura de processo administrativo, em virtude de sua atuação na partida contra o Palmeiras, no dia 15 de agosto. Naquela ocasião os jogadores reclamaram bastante das inversões de faltas e do tratamento diferenciado para com os jogadores paulistas. Num jornal de Curitiba havia isso: A pressão palmeirense aumentou, mas o Paraná soube contê-la. Mas depois de erros e exageros do carioca Luiz Antônio Silva Santos, árbitro da partida, o Palmeiras ganhou de presente um pênalti inexistente. Na primeira cobrança o argentino Gioino cobrou e Flávio defendeu. Mas o bandeira sinalizou que o goleiro teria se antecipado na hora da cobrança. Na segunda, no entanto, o estreante Marcinho, adquirido junto ao São Caetano por US$ 2,5 milhões, cobrou e deu números finais ao jogo.

Até o São Paulo foi prejudicado (mas nesse caso, foi incompetência mesmo e não desonestidade): A arbitragem confusa do carioca Luiz Antônio Silva Santos só colaborou para a falta de controle emocional dos atletas. O meia Richarlyson (São Paulo) e os técnicos Paulo Autuori e Geninho foram expulsos. O Goiás segue fazendo ótima campanha e chegou a 34 pontos, quatro a menos do que o líder Corinthians. Souza marcou o gol da equipe, que administrou bem o jogo, marcando forte e indo ao ataque com cuidado.

P.S. - Descobrimos os nomes dos padres daquela foto da missa celebrada no Arruda. É só verificar no texto correspondente.

3 Comments:

Anonymous Anônimo said...

Li no site pele.net que a diretoria do grêmio está reclamando do tratamento que tiveram por aqui, e disseram que vai haver reciprocidade. Estou preocupado com esse clima de guerra, que pode não ser bom pra gente. Explico: pode-se usar qualquer pequeno excesso de nossa torcida para interditar nosso alçapão. Todo mundo sabe: "eu, eu, eu...caiu no Arruda se fudeu". Essa corja do sul e sudeste já roubou muito o Grande Santa Cruz. Esses filhos da puta têm todo o interesse na guerra, pois vai ser muito mais fácil para eles conseguirem lascar a gente no extra-campo. Acho que deveríamos ficar atentos e deixar eles esperniarem, retaliando com todo cuidado. Carlos Medeiros.

10/06/2005 09:32:00 AM  
Anonymous Anônimo said...

Eu sempre defendi essa tese. o Juíz, quando esta mal intencionado provoca os jogadores... o que mais me irrita num jogo, não é um "erro" em um lance capital, mas justamente a sequência de pequenos "errinhos" que passam despercebido!

Quanto à reclamação dos Gaúchos, no próximo jogo aqui a gente faz um agrado: bota 180 vibradores no vestiário deles...

Saudações Tricolores

10/06/2005 11:24:00 AM  
Anonymous Anônimo said...

Eu sempre defendi essa tese. o Juíz, quando esta mal intencionado provoca os jogadores... o que mais me irrita num jogo, não é um "erro" em um lance capital, mas justamente a sequência de pequenos "errinhos" que passam despercebido!

Quanto à reclamação dos Gaúchos, no próximo jogo aqui a gente faz um agrado: bota 180 vibradores no vestiário deles...

Saudações Tricolores

10/06/2005 11:24:00 AM  

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