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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2006

Um olhar zoológico

No canto superior esquerdo da capa do DP, carinho e amassos dos leões. por Nunes (pseudônimo) O choro em forma de rugido do início do Pernambucano chamou inicialmente a atenção de zoólogos de várias partes do país: teria sido descoberta uma nova espécie de leão cuja existência nunca havia sido cogitada? Com base nas observações feitas no decorrer das primeiras rodadas do estadual pôde-se perceber que além de chorar intermitentemente, o animal era capaz de atitudes intempestivas, com ataques verbais poderosos. Chamava a atenção, no entanto, a capacidade de conviver com animais de outras espécies, embora com fortes laços genéticos, especialmente durante as refeições. Peculiaridades como estas trouxeram ao Recife o senegalês Monjaa Reinor, especialista da Universidade de Cultford, na Inglaterra, e que estuda há mais vinte anos a mudança de atitude em diversas espécies de leões de origem africana. Segundo Monjaa, algumas dessas espécies, após anos e anos fazendo tipo de ferozes e agressivas, passam a assumir posturas mais espontâneas nos momentos de êxtase. O senegalês pôde comprovar ao chegar na Ilha do Retiro, no domingo, que o pobre leão em questão nada mais é que fruto de mutação antropomórfica, com influência de vidas passadas. Ou seja, de tanto correr atrás de veados, na antiguidade, para comê-los (óbvio), a espécie hoje sofre de um tipo de remorso metafísico e tente a imitar as atitudes dos cervídeos. O registro feito pelo fotógrafo do Diário de Pernambuco, em sua edição de segunda-feira, logo na primeira página, era a documentação que Monjaa queria para comprovar a toda comunidade científica: em Pernambuco, leão peida na farofa!
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A pedidos: a concentração do bloco carnavalesco-tricolor Minha Cobra começará às 17h do dia 3 de fevereiro (aniversário do clube), no Mercado da Boa Vista, na rua de Santa Cruz, centro do Recife. A saída triunfal ao som de uma orquestra de metais acontecerá pontualmente às 19h13min27seg. Depois, só na segunda-feira de carnaval.